





"Em Portugal, por volta do século 15, o sobrenome não se transmitia obrigatoriamente de pai para filho. Podia-se, por exemplo, adotar o nome de um bisavô, de qualquer lado.
Normalmente, escolhia-se os mais importantes, como Silva ou Souza, que acabaram se alastrando pelo país e posteriormente pelo Brasil.
Extraido da revista "Galileu" numero 100 Ano 9 ( Novembro de 1999 ).
